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ADUR-RJ Seção Sindical do ANDES-SN
Associação dos Docentes da
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

 

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  AGENDA   | MOBILIZAÇÃO


MAIO

 

Dia 26 (terça-feira) – Reunião da ADUR-RJ no campus Três Rios.

Pauta: Indicativo de Greve.

Sala 15. 17 horas.


Dia 27 (quarta-feira) – Reunião da ADUR-RJ no campus Nova Iguaçu.

Pauta: Indicativo de Greve

Sala 303 - Multimídia. 17 horas.


Dia 29 (sexta-feira) – Paralisação nacional e ato unificado das
centrais sindicais rumo à greve geral.

Candelária. 16 horas.

 


Promoção à Titular: acesse aqui a deliberação do CEPE

PROGRESSÃO A PROFESSOR TITULAR    Leia mais...

Trabalhadores da UFRRJ agora podem contar com um Comitê de Saúde do Trabalhador    Leia mais...

Assembleia discute mobilização e pauta local    Leia mais...

II Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária ocupa P1 com mostra e mesa de debate   
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Ato em defesa da educação e contra a retirada de direitos dos trabalhadores – UFRRJ   
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Reunião entre Servidores Federais e governo não apresenta avanços   
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Professores federais decidem por greve nacional a partir do dia 28 de maio   
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Centrais sindicais convocam para 29 de maio Dia Nacional de Paralisação e Manifestações rumo à Greve Geral   
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Progressões funcionais: docentes devem pedir expressamente efeitos retroativos nos processos administrativos   
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Governo quer acabar com RJU para docentes...     Leia mais...

    
  JURÍDICO | ENTREVISTA
 


 - Informe - 24.2.14
 - Aposentadoria especial por atividades insalubres
 - Esclarecimentos / atualização sobre a liminar referente à suspensão da percepção de insalubridade   

Victor Américo Alves de Freitas, estará no Sindicato para atendimento todas as segundas-feiras e as quartas-feiras, das 13h às 17h. As terças-feiras e quintas-feiras, das 13h às 17h, estará atendendo no escritório do advogado Marcelo Chalréo, no centro do Rio de Janeiro.

JURÍDICO DA ADUR-RJ

Harvey: A universidade como espaço de luta

 

David Harvey é um dos marxistas mais influentes da atualidade, reconhecido internacionalmente por seu trabalho de vanguarda na análise geográfica das dinâmicas do capital. É professor de antropologia da pós-graduação da Universidade da Cidade de Nova York (The City University of New York – Cuny) na qual leciona desde 2001. Foi também professor de geografia nas universidades Johns Hopkins e Oxford. Seu livro Condição pós-moderna (Loyola, 1992) foi apontado pelo Independent como um dos 50 trabalhos mais importantes de não ficção publicados desde a Segunda Guerra Mundial. Seus livros mais recentes são: O enigma do capital e Para entender O capital, livro I.

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  JORNAL | OUTRAS NOTÍCIAS | OPINIÃO
 

 

 
 
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Novas linhas de ÔNIBUS vão ligar Seropédica e Itaguaí ao METRÔ de
Coelho Neto

Publicado na página da UFRRJ: empresa de ônibus Expresso Real Rio criou duas novas linhas ligando os municípios de Seropédica e Itaguaí ao bairro Coelho Neto, no RJ, (...) estação de metrô.   Leia mais... 

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ATENÇÃO: Mudanças no envio de comprovante de pagamento ao plano de saúde ao DP-UFRRJ   
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Reino Unido tem 1ª greve na saúde pública em mais de 30 anos
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Movimento Popular Terra Livre ocupa Fazenda do Estado em Itauçu (GO)   
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Logo após reeleição, Alckmin e Metrô suspendem reintegração de metroviários    Leia mais...

Massacre de estudantes no México expõe ligações entre polícia e crime organizado   
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MPF quer retratação do SBT por defender tortura em telejornal
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Nobel Alternativo pede aos presidenciáveis medidas contra mortes no campo    Leia mais...

Entidades lembram mortos do Carandiru e pedem fim dos massacres
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Após propor aumento, STF libera auxílio-moradia para todos os juízes
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Aluna da UFRRJ sofre tentativa de estupro nos arredores da universi-dade, em Seropédica    Leia mais...

Pelo país, manifestantes vão às ruas na 20ª edição do Grito dos Excluídos    Leia mais...

Justiça suspende privatização de Hospital da Universidade Federal de Juiz de Fora    Leia mais...

Manifesto em relação à votação da Ebserh realizada na UFPR
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Não teve Copa!

Por Vladimir Safatle*

A ideia parecia perfeita. Depois de 12 anos de continuidade com programas importantes de transferência de renda, que levaram 32 milhões de brasileiros à classe média, o Brasil estaria em condições de mostrar ao mundo sua nova imagem. Seria a consagração do país diante do cenário internacional.  

Mostraríamos um Brasil alegre, orgulhoso de si mesmo, onde empreiteiras e trabalhadores cantam de mãos dadas o hino nacional e se veem como sócios em um novo e radiante momento de desenvolvimento. Publicitários estariam a postos para mobilizar afetos de superação entre um gole e outro de Coca-Cola. Só sorriso no ar. 

Essa era a verdadeira função da Copa do Mundo: completar a narrativa política da transformação nacional apelando ao acolhimento do olhar estrangeiro.  

Bem, o problema é que não teve Copa. Houve jogos, um campeão, estádios em Brasília, Cuiabá e Manaus, mas não houve Copa. Não apenas porque apareceu uma outra imagem do país: essa da nação que se estagnou em um ponto no qual o desenvolvimento não consegue se transformar mais em qualidade efetiva de vida.  Ponto no qual operários são mortos em construção como algo que, nas palavras de Pelé, "acontece mesmo", quase como uma lei da natureza. Na verdade, não houve Copa do Mundo porque o povo brasileiro saiu do lugar. 

Ele tinha um lugar previamente definido. Sua função era celebrar e aclamar. Com casas pintadas de verde e amarelo e, como se diz, com "alegria contagiante", o povo brasileiro deveria abraçar seu novo lugar no mundo. Mas algo saiu definitivamente do lugar. O enorme aparato policial-militar montado para impedir que o povo saia da coreografia da felicidade imposta e a brutalidade governamental contra grevistas, como vemos mais uma vez em São Paulo, tudo está aí para não deixar negar. Não, o povo brasileiro não está feliz, pois se sente como alguém que teve sua paixão usada por outros.  

 
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