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ADUR-RJ Seção Sindical do ANDES-SN
Associação dos Docentes da
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

 

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  DESTAQUE


59º CONAD atualizou plano de lutas da categoria
e deu posse a nova gestão do Sindicato Nacional

 O 59º Conad aconteceu em Aracaju (SE), no período de 21 a 24 de agosto, com o tema: “Luta em defesa da educação: autonomia da universidade, 10% do PIB exclusivamente para a educação pública”. O evento reuniu 202 participantes de 58 seções sindicais, sendo 46 delegados e 117 observadores, além 33 diretores e seis convidados. A ADUR-RJ foi representada pelos professores Alexandre Mendes, Heitor Fernandes, Luciano Alonso e Wellington Silva.

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  AGENDA   | MOBILIZAÇÃO


 JULHO

ADUR-RJ tem horário diferenciado durante recesso acadêmico

No período de 28 de julho a 15 de agosto, durante o recesso acadêmico da UFRRJ, a ADUR-RJ terá horário diferenciado de funcionamento e atendimento aos docentes, a saber: de segunda a quinta-feira, das 8h às 16h.


 AGOSTO

Período: 08 a 10/08/2014  -  Encontro Nacional de Educação (ENE).
Local: Sede do ANDES-SN (Brasília).

Período: 21 a 24  -  59º CONAD do ANDES-SN com o tema central:
Luta em defesa da educação: autonomia da universidade, 10% do PIB exclusivamente para a educação pública
. Em Aracaju-SE.

 


PROGRESSÃO A PROFESSOR TITULAR   
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Últimos encontros preparatórios marcam a chegada do ENE
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  JURÍDICO | ENTREVISTA
 


 - Informe - 24.2.14
 - Aposentadoria especial por atividades insalubres
 - Esclarecimentos / atualização sobre a liminar referente à suspensão da percepção de insalubridade   

Victor Américo Alves de Freitas, estará no Sindicato para atendimento todas as segundas-feiras e as quartas-feiras, das 13h às 17h. As terças-feiras e quintas-feiras, das 13h às 17h, estará atendendo no escritório do advogado Marcelo Chalréo, no centro do Rio de Janeiro.

JURÍDICO DA ADUR-RJ

Harvey: A universidade como espaço de luta

 

David Harvey é um dos marxistas mais influentes da atualidade, reconhecido internacionalmente por seu trabalho de vanguarda na análise geográfica das dinâmicas do capital. É professor de antropologia da pós-graduação da Universidade da Cidade de Nova York (The City University of New York – Cuny) na qual leciona desde 2001. Foi também professor de geografia nas universidades Johns Hopkins e Oxford. Seu livro Condição pós-moderna (Loyola, 1992) foi apontado pelo Independent como um dos 50 trabalhos mais importantes de não ficção publicados desde a Segunda Guerra Mundial. Seus livros mais recentes são: O enigma do capital e Para entender O capital, livro I.

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  JORNAL | OUTRAS NOTÍCIAS | OPINIÃO
 

 

 
 
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Novas linhas de ÔNIBUS vão ligar Seropédica e Itaguaí ao METRÔ de
Coelho Neto

Publicado na página da UFRRJ: empresa de ônibus Expresso Real Rio criou duas novas linhas ligando os municípios de Seropédica e Itaguaí ao bairro Coelho Neto, no RJ, (...) estação de metrô.   Leia mais... 

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Não teve Copa!

Por Vladimir Safatle*

A ideia parecia perfeita. Depois de 12 anos de continuidade com programas importantes de transferência de renda, que levaram 32 milhões de brasileiros à classe média, o Brasil estaria em condições de mostrar ao mundo sua nova imagem. Seria a consagração do país diante do cenário internacional.  

Mostraríamos um Brasil alegre, orgulhoso de si mesmo, onde empreiteiras e trabalhadores cantam de mãos dadas o hino nacional e se veem como sócios em um novo e radiante momento de desenvolvimento. Publicitários estariam a postos para mobilizar afetos de superação entre um gole e outro de Coca-Cola. Só sorriso no ar. 

Essa era a verdadeira função da Copa do Mundo: completar a narrativa política da transformação nacional apelando ao acolhimento do olhar estrangeiro.  

Bem, o problema é que não teve Copa. Houve jogos, um campeão, estádios em Brasília, Cuiabá e Manaus, mas não houve Copa. Não apenas porque apareceu uma outra imagem do país: essa da nação que se estagnou em um ponto no qual o desenvolvimento não consegue se transformar mais em qualidade efetiva de vida.  Ponto no qual operários são mortos em construção como algo que, nas palavras de Pelé, "acontece mesmo", quase como uma lei da natureza. Na verdade, não houve Copa do Mundo porque o povo brasileiro saiu do lugar. 

Ele tinha um lugar previamente definido. Sua função era celebrar e aclamar. Com casas pintadas de verde e amarelo e, como se diz, com "alegria contagiante", o povo brasileiro deveria abraçar seu novo lugar no mundo. Mas algo saiu definitivamente do lugar. O enorme aparato policial-militar montado para impedir que o povo saia da coreografia da felicidade imposta e a brutalidade governamental contra grevistas, como vemos mais uma vez em São Paulo, tudo está aí para não deixar negar. Não, o povo brasileiro não está feliz, pois se sente como alguém que teve sua paixão usada por outros.  

 
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