Em assembleia do dia 24/6, professores aprovaram intensificar coro em manifestações populares
 

No dia 24 de junho, segunda-feira, às 9h, ocorreu uma Assembleia na sede da ADUR-RJ, para tratar sobre os seguintes temas: 1) Condições de Trabalho na UFRRJ;  2) Manifestações Populares no país; 3) CONAD. A Assembleia foi presidida pela Profa. Ana Cristina S. dos Santos e secretariada pelo Prof. Victor Cruz Rodrigues.

Os seguintes encaminhamentos foram aprovados:

1)     Exigir que a comissão responsável por elaborar os laudos de insalubridade/periculosidade cumpra o devido calendário proposto e agende com os responsáveis dos laboratórios o dia e horário da visita;

 

2)     Deliberar sobre o indicativo de paralisação de 48 horas a partir de quarta- feira (26), em nova assembleia, convocada para às 14 horas do mesmo dia;

 

3)     Divulgar nos Institutos, a partir de terça-feira (25), as deliberações da assembleia do dia 24/6;

 

4)     Proposta de criação de um Comitê de Mobilização com os três segmentos da UFRRJ;

 

5)     Repudiar e combater toda forma de repressão aos manifestantes nos atos que marcam a luta da sociedade por direitos;

 

6)     Conclamar que todas as Seções Sindicais levem para as suas respectivas bases a discussão das manifestações que ocorrem em todo pais;

 

7)     Realizar seminário sobre o tema: “Violência do Estado e Resistência dos Movimentos Sociais”, que deverá ser organizado pelo Comitê de Mobilização;

 

8)     Solicitar esclarecimentos à Administração Central sobre a presença da Polícia Militar no Campus Seropédica da UFRRJ;

 

9)     Denunciar e repudiar a proposta de alterações controversas e estruturais do Plano Nacional de Educação que propõe a substituição de “vagas públicas” por “vagas gratuitas” nas Metas 11 e 12 do plano. A proposta é apoiada pelo Ministro Aloízio Mercadante e foi elaborada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), por meio do seu relator, o senador José Pimentel (PT-CE). É importante esclarecer que se trata de mais uma medida que aprofunda a precarização da educação pública através do desvio de recursos públicos para a iniciativa privada e ainda prevê a desresponsabilização do Estado na garantia da educação pública.

 

 

 

 

 


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