Serviços para população e conversa sobre reforma da Previdência

Na última quarta-feira, dia 26 de abril, educadores desenvolveram ações de serviço para a população na Praça Rui Barbosa em Nova Iguaçu. Acreditando que o papel social dos educadores vai além das salas de aula, o objetivo da atividade foi o de integrar a população e as instituições de ensino. A ação foi promovida por docentes, técnicos e discentes da UFRRJ em parceria com profissionais da educação básica de Nova Iguaçu.

Foi possível medir glicose, aferir pressão, obter aconselhamento alimentar, receber mudas arbóreas e orientação de como plantá-las. Em meio à atividade “Educadores na Praça”, também aconteceram conversas sobre a reforma da Previdência e sobre a Greve Geral do dia 28 de abril.

Marcos Gonçalves é morador de Nova Iguaçu e declara que tem acompanhado as notícias sobre a PEC 287. “Tenho acompanhado pela televisão, pelo jornal. Eu ainda voto, mas eu ando descrente. Essa reforma está afetando todo mundo, é uma coisa que é para prejudicar”, disse. Dejair Carlos Mendes, complementa: “Eles estão querendo tirar o direito da gente. A corda sempre arrebenta do lado mais fraco”.

Educadores na Praça

A autônoma Ivete Alves Flores dos Santos se preocupa com a sua condição diante das mudanças propostas pela reforma da Previdência. “Uns dizem que a autonomia não vai mudar, mas a partir do momento que a gente contribui, a gente está sendo lesado. Vamos precisar pagar mais, vamos ter que contribuir por muito mais tempo, para chegar no final e ganhar alguma coisinha”, declarou. Sobre a greve geral, ela foi enfática: “Acho ótimo se todas as pessoas se mobilizassem, eu vou fazer a minha parte que é deixar de comprar, nesse dia eu não compro nada, nem um alfinete”.

Uma das pessoas que se dispuseram a conversar com as pessoas que passavam pela Praça para esclarecer sobre a reforma e sobre a greve geral foi Lizandra Córdova, estudante de letras UFRRJ. “Eu estou fazendo esse trabalho porque eu quero lutar contra a reforma da Previdência, que é uma reforma injusta com os trabalhadores”, afirmou. A jovem ainda complementou, “Então é ir para a rua mesmo, fazer pressão, chamar a atenção dos governantes para a gente e demonstrar a nossa insatisfação. A gente viu que a pressão inicial surtiu efeito, eles fizeram alterações. A gente sabe que, nesse sentido, se a gente continuar lutando a gente consegue derrubar essa proposta da reforma”.





20/09/2017 - 13:17
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