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44º Congresso do ANDES reúne mais de 600 docentes de todo país

Atualizado: há 6 horas

O 44º Congresso do ANDES começou ontem, dia 2 de março, em Salvador, na Bahia. O evento reúne representantes de 87 sessões sindicais, além de duas sessões convidadas, 463 delegadas e delegados, 146 observadores, 16 assessores de comunicação, 5 assessores jurídicos, 14 convidados, 34 diretores e 14 crianças. Neste ano, o tema central do evento é “Na Capital da Resistência, das Revoltas dos Búzios e dos Malês: ANDES-SN nas lutas e nas ruas, pela democracia e educação pública, contra as opressões e a extrema direita!”

Foto: Eline Luz/ANDES
Foto: Eline Luz/ANDES

A abertura do evento foi conduzida pela mestra de cerimônia Drag Lola Apple e contou com a apresentação do grupo Alabês Oxumaré, grupo de Ogãs da Casa de Oxumarê.


A mesa da Plenária de Abertura foi composta por integrantes da Diretoria Nacional do ANDES; do coletivo Democracia e Luta, da UFBA, que organizou o evento; do Sindicato dos Trabalhadores Técnicos-Administrativos das Universidades Públicas Federais no Estado da Bahia; e também por representantes de inúmeros movimentos sociais, como o Movimento dos Sem-Teto da Bahia, da Coalizão Negra por Direitos, do Fórum das ADs da Bahia; do coletivo de mães da UFBA, da Fasubra, do MST, da ANPG, da UNE, do MTST, entre outros.


Em meio às saudações, aconteceu o lançamento de alguns produtos: 1) o número mais recente da Revista Universidade e Sociedade, que tem como tema: Educação Pública em Movimento: resistências e desafios da multicampia e em regiões de fronteira; 2) da cartilha Docência sem barreiras: uma cartilha anticapacitista do ANDES-SN, produzida pelo GTPCEGDS (Políticas de Classe para as Questões Étnico-raciais, de Gênero e Diversidade Sexual); e 3) do Caderno do ANDES-SN nº 29: Memória e Luta: só o ANDES-SN nos representa, produzido pelo GTO (Grupo de Trabalho de Organização Sindical das Oposições).

 

Plenária de Instalação

Seguindo a programação do evento, ocorreu na sequência a Plenária de Instalação, que aprova o regimento do Congresso, delibera sobre condições específicas, documentações, recursos, credenciamentos, e também instaura a Comissão de Enfrentamento ao Assédio.


Neste ponto, foi apresentada a proposta de inclusão do Texto de Resolução “PAREM DE NOS MATAR! MULHERES VIVAS! A LUTA CONTRA O FEMINICÍDIO É  URGENTE E PRECISA DE AÇÕES CONCRETAS!”, que foi negado pela Mesa Diretora. Diante desta resposta, as mulheres que assinam o Texto propuseram um recurso e defenderam, todas juntas, a pertinência do assunto e a importância de incluir o TR nos debates no grupo. Depois das defesas e de palavras de ordem repercutidas na plenária, o recurso foi aceito e o TR foi incluído.

Ainda na Plenária de Instalação, foram apresentados as e os integrantes da Comissão de Enfrentamento ao Assédio e o modo de funcionamento do grupo.

Fotos: Eline Luz/ANDES
Fotos: Eline Luz/ANDES

 

Plenária Conjuntura e Movimento Docente

O primeiro dia do evento também contou com o debate da Plenária do Tema I - Conjuntura e Movimento Docente. Nesta plenária não há votação, ela é o espaço onde as diferentes correntes que compõem e disputam o Sindicato apresentam suas leituras da conjuntura, suas posições e as orientações que acreditam que devem guiar a atuação do Sindicato Nacional no ano.


Neste Congresso 15 textos embasam o debate e foram defendidos na Plenária. Coletivo Andes em Luta (CAEL), Rosa Luxemburgo, Unidade Classista, Corrente Proletária na Educação, Ecossocialistas, Confluência Democrática, Renova ANDES foram alguns dos coletivos que se apresentaram nomeadamente. Também foram defendidos os textos da Direção Nacional, da Diretoria da ADUnB e da Assembleia Geral da SESUNILA.

 

Adur presente no 44º Congresso do ANDES

A delegação da ADUR no evento é composta pela professora Lilian Cordeiro, delegada nata pela diretoria da ADUR, as e os docentes Rúbia Wegner, Elisa Guaraná, Beatriz Wey, Ricardo Costa, João Henrique, Patrícia Reinheimer, Patrícia Bastos e Milane Leite são as demais delegadas e delegados. As professoras Luciana Nóbrega e Kátia Zéphiro são as observadoras que completam o grupo.


 
 
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