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ADUR destaca avanço no debate sobre democratização das universidades e cobra cumprimento de acordos da greve de 2024



A ADUR acompanhou com atenção os desdobramentos da 1ª Reunião Ordinária da Mesa Setorial de Negociação Permanente no âmbito do Ministério da Educação (MSNP/MEC), realizada na última terça-feira (28 de abril). O encontro teve como eixo central a democratização das instituições federais de ensino superior e debateu os impactos da Lei nº 15.367/2026, que extingue a lista tríplice para escolha de reitores e reitoras.


Para a Associaçãode Docentes da UFRRJ, a nova legislação abre uma oportunidade concreta de aprofundar a democracia interna nas instituições. Nesse sentido, a criação de um Grupo de Trabalho (GT), com prazo de até 10 dias para apresentação de proposta inicial, é um passo relevante. A seção sindical reforça a importância de que esse processo assegure eleições diretas, com voto secreto e participação de docentes, estudantes e técnico-administrativos, além da inclusão do movimento estudantil no debate.


O Sindicato também destaca que a democratização das universidades não pode ser dissociada das condições de trabalho e da valorização docente. Durante a reunião, entidades cobraram o cumprimento de pontos ainda pendentes do acordo de greve de 2024, como a revogação do controle de ponto para docentes do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT). A medida, prevista no Acordo nº 10/2024, segue sem implementação. O que reforça a necessidade de pressão para que o governo avance no cumprimento dos compromissos assumidos.


Para a ADUR, o avanço dessas agendas é fundamental para consolidar uma universidade pública democrática, socialmente referenciada e comprometida com a valorização de seus trabalhadores e trabalhadoras. A entidade seguirá acompanhando as negociações e reforça a importância da mobilização da categoria para garantir direitos e ampliar a participação nas decisões institucionais.

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